Operação na Vista Alegre expõe diferença entre polícia de rua e polícia de gabinete e reforça legado inesquecível do Coronel Kelson

João Pessoa (PB) — A apreensão de duas armas longas e as prisões realizadas na manhã desta sexta-feira (23), durante incursões da Polícia Militar na comunidade Vista Alegre, em João Pessoa, vão muito além de mais uma ação operacional. Elas escancaram uma diferença que a Paraíba conhece bem: quem é polícia de rua e quem apenas ocupa gabinete.

A operação, conduzida por guerreiros da Polícia Militar da Paraíba, resultou na retirada de armamentos comumente utilizados por facções criminosas, reforçando o compromisso da corporação com a preservação da ordem pública e a tranquilidade da sociedade paraibana. Polícia forte, sociedade segura — na prática, não no discurso.

Mas há um ponto que não pode ser ignorado: muitos dos policiais que participaram dessa ação, dessas prisões e dessas apreensões fazem parte de uma linhagem forjada na rua. Uma linhagem que carrega o DNA profissional de um nome que marcou época na Polícia Militar da Paraíba: Coronel Kelson.

Inesquecível Coronel Kelson.
Não porque virou personagem de gabinete, mas porque construiu história no chão da rua, formando homens, liderando tropas e deixando um legado que atravessa gerações.

Kelson está vivo, segue ativo e atualmente está à disposição da Prefeitura Municipal de João Pessoa, onde exerce o cargo de secretário da Defesa Civil da capital de todos os paraibanos. Ainda assim, sua presença na segurança pública permanece viva em cada policial que aprendeu com ele que comando se conquista com exemplo, não com bajulação.

Foi professor e comandante de oficiais que se tornaram referência, como os coronéis Sérgio Fonseca, Magno e Timóteo — homens da mesma escola, da mesma linhagem, da mesma verdade operacional.

E é justamente aí que mora o contraste.

Enquanto alguns saíram da academia direto para o gabinete e fizeram carreira nas costas dos outros, de babação em babação, em busca de cargos e promoções, há quem tenha sido forjado na rua, no risco real, no enfrentamento diário, protegendo o cidadão paraibano.

O nome Caveira não é codinome.
É identidade.
É raça, sangue e suor.
Vem de uma escola de polícia de verdade — sem comparações.

A função de gabinete é louvável e necessária, mas não substitui a vivência da rua, nem apaga a história de quem chegou primeiro, quando muitos ainda só sabiam o que era rua ao sair na frente de casa.

As prisões e apreensões registradas nesta sexta-feira não são acaso. São resultado de uma polícia que ainda resiste, que ainda acredita em uma sociedade melhor e em uma Polícia Militar mais forte, profissional e respeitada.

Veja o vídeo abaixo e você entenderá muito mais do que está sendo dito aqui.

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