Batalhão mantém atuação ostensiva, presença operacional e combate permanente à criminalidade, destacando o trabalho do major Herculano e a integração das forças de segurança
Neste sábado (22), o 18º Batalhão de Polícia Militar realizou o policiamento ostensivo durante a 7ª edição da Festa do Frio, realizada no distrito de Pirauá, município de Natuba, no Agreste paraibano.
A operação contou com um efetivo de 22 policiais militares, distribuídos entre o Gerente de Operações, policiamento a pé, recrutas do CPR-I e a Força Tática do CPR-I. A atuação teve como objetivo garantir a segurança do evento e proporcionar tranquilidade à população que participou da programação.
Comentário da Redação — Caveirão da Notícia
A presença do 18º Batalhão de Polícia Militar em mais uma grande operação merece o reconhecimento público da equipe do Caveirão da Notícia.
O policiamento realizado durante a Festa do Frio mostra que segurança pública se faz com presença, planejamento, estratégia e, acima de tudo, compromisso com a população.
O major Herculano, mesmo comandando um batalhão localizado distante da Capital, tem demonstrado uma postura verdadeiramente operacional. É um comandante que tem estado à frente de operações, prisões e apreensões, enfrentando o tráfico de drogas, combatendo facções criminosas e atuando contra aqueles que insistem em tirar o sossego das famílias paraibanas.
É claro que unidades localizadas mais distantes da Capital enfrentam limitações próprias da distância e das condições estruturais. Ainda assim, o major Herculano tem conseguido fazer a diferença. E aqui fica o reconhecimento público desta redação: é um militar que honra a farda que veste.
Não é um embusteiro.
E fazemos questão de lembrar uma expressão utilizada pelo coronel Kelson Chaves, ex-comandante-geral da Polícia Militar, hoje na reserva e também atuando na Defesa Civil da Capital de todos os paraibanos. O próprio coronel Kelson Chaves já chamou atenção para a existência de muitos embusteiros dentro da Polícia Militar e de outras instituições: pessoas que fazem muito discurso, mas entregam pouco resultado.
E nós concordamos plenamente.
Por isso, é preciso reconhecer quem realmente trabalha, quem está na rua, quem enfrenta as dificuldades e quem entrega resultados. E, na avaliação do Caveirão da Notícia, o major Herculano tem demonstrado exatamente esse perfil.
Também registramos nosso reconhecimento ao comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Ronildo, que, com sua batuta, determinação e capacidade de comando, tem buscado fazer com que esse padrão de atuação seja levado para as diversas regiões do Estado, valorizando e cobrando daqueles que estão à frente dos batalhões.
Da mesma forma, destacamos o trabalho do delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, doutor André Rabelo, pela integração entre as forças de segurança e pela pronta resposta quando os fatos chegam às delegacias, seguindo posteriormente para o Poder Judiciário e para o Ministério Público, que exerce seu papel constitucional de fiscalização e atuação dentro dessa conjuntura.
É essa integração que produz resultados.
Mas existe uma questão que não podemos ignorar: a polícia prende, apreende, investiga e combate o crime, mas muitas vezes acaba enxugando gelo diante de uma legislação que precisa ser modernizada.
Enquanto policiais enfrentam criminosos nas ruas, muitos deles continuam se deparando com leis que não acompanham a realidade da criminalidade brasileira. E, enquanto isso, nossos deputados federais e senadores parecem continuar vivendo aquilo que diz a segunda estrofe do nosso Hino Nacional: “Deitado eternamente em berço esplêndido.”
Esperamos que a população faça essa gente acordar nas urnas.
Que o eleitor brasileiro e o eleitor paraibano possam analisar quem realmente trabalha, quem defende a segurança pública, quem valoriza as forças policiais e quem está comprometido com mudanças capazes de fortalecer o combate à criminalidade.
Porque não é justo a polícia trabalhar, colocar a própria vida em risco, enfrentar traficantes, facções e criminosos violentos, enquanto policiais são alvejados e perdem suas vidas.
Na Paraíba, já perdemos muitos policiais militares ao longo dos últimos anos em razão da violência e do cumprimento da missão. Quando ampliamos essa realidade para todo o Brasil, a dimensão dessa tragédia se torna ainda maior.
São homens e mulheres que são pagos com o dinheiro dos nossos impostos para cumprir uma missão nobre: proteger vidas, garantir a ordem e proporcionar segurança e tranquilidade à sociedade.
Por isso, fica aqui o nosso reconhecimento aos policiais militares do 18º BPM, ao major Herculano e a todos aqueles que, independentemente de holofotes, continuam trabalhando e honrando a farda.
Acorda, Brasil! Acorda, Paraíba!
Segurança pública não pode ser apenas discurso.
Segurança pública precisa ser prioridade.

