Projeto ‘Linguinha Solta JP’ já realizou 60 atendimentos no Instituto Cândida Vargas

O Instituto Cândida Vargas (ICV), que integra a rede hospitalar da Prefeitura de João Pessoa, oferece aos bebês nascidos na unidade o ‘Projeto Linguinha Solta JP’. A iniciativa, no primeiro semestre deste ano, realizou 60 atendimentos, sendo 57 procedimentos cirúrgicos de frenectomia.

O projeto tem como finalidade a assistência aos bebês que possuam alterações no frênulo lingual. Essa alteração é cientificamente chamada de anquiloglossia. “Após comprovada a alteração dessa estrutura, são iniciadas as providências de correção, visando cessar os prejuízos que a anquiloglossia traz”, ressaltou o coordenador de odontologia do ICV, Lindoaldo Xavier. O ‘Linguinha Solta JP’ foi idealizado por ele e pela coordenadora de Saúde Bucal do município, Camila Castelo Branco.

Qualidade do serviço – Para a mãe de Noah Calebe Campos, Iris Soares Campos, foi muito importante o serviço para auxiliar seu bebê. “Quando ele mamava machucava e fui buscar os profissionais, que foram muito atenciosos e deram todo o apoio naquele momento. Foi importante esse procedimento feito na linguinha do meu filho. Como mãe de quatro filhos, foi minha primeira experiência passar por essa situação”, disse.

A filha de Kátia Isabel Pena também passou pelo procedimento, que ela afirma ser seguro e de qualidade. “Foi ótimo o teste da linguinha. Na verdade, foi novo para mim, pois eu, sendo colombiana, nunca tinha escutado sobre esse teste. Eu achei ótimo, pois a pessoa adianta muita coisa, ajudando no desenvolvimento da bebê”, contou.

Linguinha Solta JP – O projeto conta com uma equipe multidisciplinar para a assistência desses bebês, com profissionais da pediatria, consultora de amamentação, fonoaudiologia e a equipe odontológica que realiza o procedimento cirúrgico de correção do freio lingual alterado. “Dentre os malefícios que a língua presa provoca, pode-se citar a baixa ingesta no bebê com consequente perda de peso e ferimentos no bico da mama da mãe. Tardiamente outros prejuízos aparecem, como deficiência na fonação, na deglutição e até alteração osteomuscular facial”, citou Camila Castelo Branco.

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