Superintendente da PRF, Pedro Ivo, fala sobre estatísticas de acidentes e mortes nas rodovias

Durante entrevista por telefone, o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Pedro Ivo, falou sobre os dados mais recentes relacionados a acidentes, mortes e ocorrências nas rodovias, trazendo um panorama preocupante, porém necessário, sobre a realidade do trânsito nas estradas.

Na conversa, Pedro Ivo destacou que as estatísticas apontam números elevados de acidentes, muitos deles com vítimas fatais. Segundo ele, a maioria das ocorrências está ligada a fatores como excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas, uso de bebida alcoólica associado à direção e falta de atenção dos condutores.

O superintendente ressaltou o trabalho permanente da PRF na fiscalização, prevenção e resposta rápida às ocorrências, com operações intensificadas ao longo do ano, principalmente em feriados e períodos de maior fluxo nas rodovias federais. Ele frisou que a atuação da corporação vai além da fiscalização, envolvendo também ações de educação para o trânsito.

Durante a entrevista, Pedro Ivo orientou a população sobre como agir em situações de emergência. Ele explicou que, em caso de acidente ou de morte registrada nas rodovias federais, a população deve acionar imediatamente o número 191, que é o canal direto da Polícia Rodoviária Federal. Segundo o superintendente, ao receber a chamada, uma viatura é deslocada de prontidão para o local, garantindo atendimento rápido, segurança da área e os procedimentos necessários.

Pedro Ivo reforçou ainda que os números apresentados não devem ser vistos apenas como estatísticas. “Por trás de cada dado, existe uma vida e uma família que sofre as consequências”, destacou, ressaltando que a redução dos acidentes depende tanto da atuação dos órgãos de segurança quanto da conscientização e responsabilidade de cada motorista.

Ao final, o superintendente da PRF fez um apelo aos condutores para que respeitem as leis de trânsito, adotem uma condução mais prudente e planejem suas viagens com antecedência. Ele concluiu lembrando que a segurança nas rodovias é um dever coletivo.

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