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Sem filtro, irreverente, rápido como uma rajada de metralhadora

O repórter policial Emerson Medeiros, comentarista político do programa CPAD Notícias, da Rádio CPAD FM, e um dos apresentadores ao lado do pastor Eduardo Silva, chegou nesta sexta-feira com todo o gás, falando tudo o que sabia a respeito da política e da segurança pública.

Sobre a segurança pública, o repórter trouxe à tona mudanças na Região Metropolitana: sai o coronel Timóteo para a entrada do coronel Cavalcante. Vale salientar que essa informação ainda não foi publicada no Diário Oficial pelo Governo do Estado, mas, além de irreverente, autêntico e verdadeiro, o repórter é muito fuçador e acaba descobrindo as coisas antes mesmo que elas aconteçam pelas vias legais.

Antes de entrar na parte da política, é importante fazer um registro: sai um grande homem da Região Metropolitana, que fez um trabalho muito positivo e importante para a diminuição dos CVLIs, dos crimes contra o patrimônio e de outros delitos que ocorriam na região.

Parabéns, coronel Timóteo, por tudo que o senhor contribuiu à frente da Região Metropolitana, principalmente quando estava no comando do então coronel Sérgio Fonseca, e também quando o atual comandante estava ombro a ombro, junto com o coronel Sérgio Fonseca, no subcomando da PMPB.
É muito bom fazer esses registros.

Indo para a parte da política, o repórter foi indagado pelo pastor Eduardo Silva sobre o que achava da declaração de Pollyana Werton, ex-Pollyana Dutra. Não podemos esquecer.

Direto, como sempre, o Caveirão da Notícia deu a sua opinião — um recado diretamente para o ex-governador João Azevêdo:

Se o inspetor, ex-superintendente da PRF no estado da Paraíba, policial rodoviário Pedro Ivo, não podia assumir a secretaria deixada pela sua noiva, então também acho, governador, que o senhor não deveria ter emplacado a sua nora em uma das secretarias do Governo do Estado.

Ao meu ver, o senhor leva uma mancha para a sua história política, onde, se não fizer o que o senhor quer, o senhor corta as cabeças.
Coisas de imperador, coisas de reinado.

Independentemente da minha opinião informativa que tive dias atrás, e reprisando a fala do coronel Sérgio Fonseca, eu não sou frouxo e não sou covarde, e por isso estou lhe dizendo isso. Sou muito autêntico naquilo que creio, que vejo e que sinto.

É lamentável que o senhor leve essa mancha para a sua história política de perseguição.
Como também é lamentável que o governador Lucas Ribeiro, menino jovem e promissor da política paraibana no futuro, não mantenha os seus acordos, as suas palavras — assim como os acordos e palavras de sua mãe e de seu tio.

Mas quem acompanha o Caveirão da Notícia sabe que, desde quando foi ventilado o nome do atual governador do estado da Paraíba, Lucas Ribeiro, para concorrer a uma vaga no governo, com uma possível saída de João Azevêdo para disputar outra cadeira, eu sempre disse:
essa é a postura dos Ribeiros.

Eles estão apenas mostrando quem realmente são e como será se continuarem governando a Paraíba por mais tempo.

Trouxe algumas opiniões sobre a secretária Pollyana durante toda a semana passada e esta também, assim como sobre o ex-secretário Tibério. Mas foram apenas visões jornalísticas e matérias que estão à disposição de todos.
É só dar um Google na data que eu falei:
17 de janeiro de 2025.

Eu não inventei nada.
Eu não criei matéria.
Eu não criei o crime.

Mas torno a dizer:
não sou frouxo, nem sou covarde.
Quando eu vejo que existe covardia, eu estou lá também para mostrar o outro lado da história.

E aqui vai mais um ponto que precisa ser dito, sem rodeio: covardia do governador João Azevêdo.

Quando vocês precisavam de um nome para salvar a campanha de vocês naquela ocasião, Pollyana Dutra — ou Werton, como queira — se sacrificou. Foi para a disputa do Senado com poucos dias para fazer uma campanha em todo o estado.

E, em alguns municípios, como ela mesma gosta de dizer, foi, de certa forma, intimidada por alguns políticos, por vários motivos: por ser mulher, por não ter chegado antes ao projeto e por não ter tido toda a estrutura que deveria ter sido oferecida com antecedência para a campanha.

E, mesmo assim — essas aqui são minhas palavras agora, do Caveirão da Notícia — ela foi feita como um cordeiro levado ao matadouro. Sacrificou uma campanha de deputada estadual ou federal para realizar um sonho, para atender a um projeto político e para manter o orgulho de muitos que queriam continuar governando.

Tudo isso aconteceu mesmo diante de um cenário em que muitos diziam, naquela época, que o então governador João Azevêdo era o “governador da Calvário”.

E também não fui eu que disse isso.
Foram o Ministério Público, o GAECO e grande parte da imprensa paraibana, que faziam essa leitura porque era a informação que chegava para todos.

Então, volto a afirmar: é uma pena que a história política da Paraíba, por dois homens — um mais velho e um mais novo — que poderiam deixar um legado diferente, acabem deixando lembranças tristes para algumas pessoas.

Palavras têm que ser mantidas.
Acordos têm que ser cumpridos.
Dôa em quem doer e seja de onde vier.

Não estou aqui para agradar.
Não vim para agradar.
Não nasci para agradar.

E sim para fazer um jornalismo sério, com credibilidade. Ponto final.

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