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Mudança na superintendência da PRF da Paraíba

A Paraíba hoje acorda com um novo comando à frente da superintendência da Polícia Rodoviária Federal. Eu falo do inspetor Quirino, policial de longa data, que iniciou sua carreira no estado de Pernambuco como policial civil e, anos depois, ingressou na carreira federal, vindo atuar em suas terras, na Paraíba.

Há bastante tempo ele já caminhava ombro a ombro com o inspetor que deixa a superintendência, e agora, por ser o segundo na hierarquia, foi mantido no cargo pelo ministro da Justiça, bem como pelos diretores da PRF.

Então aqui fica o meu aplauso, minha gratidão e o meu reconhecimento a quem está acima da instituição, em Brasília, por sempre ler, acompanhar e acreditar em nossos palpites e em nossas matérias. Outros nomes chegaram a ser ventilados, mas nós aqui do Caveirão da Notícia trouxemos denúncias, trouxemos informações, e porventura, graças a Deus, prevaleceu o nome de um profissional que não é envolvido em política e que, até que se prove o contrário, é um homem íntegro, limpo e que tem realizado um trabalho respeitado dentro da instituição.

A política fica para os políticos, e os políticos ficam para a política.
É bem verdade que tudo depende de políticas públicas, mas também é verdade que quando, em um órgão sério, em uma instituição séria, nós temos o homem certo no lugar certo, as coisas tendem a fluir muito melhor — com prisões necessárias, operações necessárias e com resultados que gerem reconhecimento, e não apenas a imagem de uma fábrica de multas.

Agora, deixo aqui também uma observação importante, uma contribuição de quem convive diariamente com a realidade das rodovias.

A região metropolitana, tanto no sentido de quem vem de Santa Rita quanto de Cabedelo pela manhã em direção ao centro da cidade, enfrenta um trânsito extremamente pesado. E aqui vai uma dica construtiva ao inspetor Quirino e a todos que fazem a PRF:

Nesse horário de pico, os senhores poderiam estar na pista com dois patrulheiros de motocicleta, realizando patrulhamento dinâmico nos pontos onde existe maior fluxo de veículos pesados. Porque não adianta dizer que não tem o que fazer — tem o que fazer, sim.

Com minha experiência na área da segurança pública e convivência com os senhores, eu percebo que muitos congestionamentos começam por pequenos incidentes, pequenos choques, pequenas ocorrências. E se houvesse um patrulheiro ali, presente, pronto para agir, o trânsito fluiria muito melhor.

Vou dar um exemplo claro:
na região de Mangue, onde, de forma equivocada, foi retirado um posto da PRF aproximadamente há três anos.

Ali poderia haver um patrulheiro, ou dois, de motocicleta, resolvendo rapidamente as situações que surgem. Não adianta ser apenas viatura grande. A moto tem mobilidade, tem rapidez, tem presença, e com certeza daria maior fluidez ao trânsito.

Seria muito melhor, inclusive, porque a motocicleta permite retornar rapidamente, inclusive em situações emergenciais, para organizar o ponto onde estiver surgindo o maior gargalo, o maior problema.

É importante lembrar que a PRF, no Brasil, apesar de ter poder de polícia, nasceu com a missão de patrulhamento, de presença, de vigilância nas rodovias. Então que não seja esquecida a origem dos senhores.

Que a população não venha pagar caro pela ausência dessa presença, principalmente em pontos críticos onde o trânsito não flui por falta de orientação e organização.

Vou dar outro exemplo:
a STTrans está presente em diversos pontos da cidade, diariamente, organizando o trânsito e fazendo o fluxo acontecer. Portanto, não há nada de diferente que não possa ser feito também nas rodovias federais.

Aqui fica a minha observação crítica, mas uma crítica construtiva — de quem quer ajudar, de quem quer construir, de quem gosta de ser parceiro das instituições.

E aqui vão também os meus parabéns à equipe do NOI.

Ainda na tarde de ontem, dia 23 de abril de 2026, eu vinha passando pela região da orla, no bairro do Bessa, em baixa velocidade, e observei uma equipe em patrulhamento. Acredito que estavam monitorando a área, observando movimentações suspeitas, realizando o trabalho preventivo que a sociedade espera.

Esse é o verdadeiro trabalho da polícia: estar presente, atuar preventivamente e cooperar com outras forças de segurança.

Mesmo sendo a Polícia Rodoviária Federal, é importante que exista integração com a Polícia Civil e com a Polícia Militar. Polícia unida é polícia forte.

Até porque ninguém acredita que uma equipe policial esteja se deslocando apenas para mandar recado. A polícia vai ao local para trabalhar, para prevenir e para proteger a sociedade.

Então aqui fica minha gratidão e meu reconhecimento a todos aqueles que lutam por uma Paraíba mais forte, por uma Paraíba mais unida e por uma Paraíba mais segura.

E pela paz, devemos seguir.

Parabéns a todos que fazem a Polícia Rodoviária Federal do Brasil e, em especial, do Estado da Paraíba.

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