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PARAÍBA REGISTRA MENOR TAXA DE HOMICÍDIOS DOS ÚLTIMOS 10 ANOS E RESULTADO REFLETE TRABALHO INTEGRADO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA

Os números divulgados pelo Atlas da Violência 2026, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostram um dado importante: a Paraíba registrou, em 2024, a menor taxa de homicídios dos últimos 10 anos.

E aqui é preciso dizer a verdade como ela é.

Esse resultado não nasce do dia para a noite. Não é obra de uma pessoa só. É fruto de uma construção longa, de planejamento, investimento, operações, inteligência e, principalmente, da dedicação de homens e mulheres que colocam a vida em risco diariamente para proteger a população.

É justo reconhecer o trabalho desenvolvido pelo então comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Sérgio Fonseca, que ao lado de toda sua equipe defendeu uma polícia operacional, presente nas ruas e firme no combate à criminalidade.

E quem acompanhou de perto sabe que Sérgio Fonseca não era comandante apenas de gabinete.

Foram inúmeras noites nas ruas, inúmeras operações acompanhadas pessoalmente, mesmo sabendo que no dia seguinte teria toda uma corporação e um estado para administrar.

Muitas vezes deixando a própria família em datas comemorativas para estar ao lado da tropa, frente a frente com os policiais, levando motivação, vibração positiva e demonstrando que o comandante estava ali, ombro a ombro com seus homens e mulheres.

Sérgio Fonseca sempre demonstrou ser um comandante operacional, firme, correto e leal à tropa.

Nunca recuou um centímetro sequer quando acreditava que precisava apoiar seus policiais, seja nas ações operacionais, seja quando entendia que algum homem ou mulher da segurança pública havia sido injustiçado.

Ao lado dele, esteve sempre o coronel Ronildo, hoje comandante-geral da Polícia Militar, mas que à época era seu comandante adjunto e parceiro constante nas operações, ações estratégicas e decisões importantes da corporação.

Ronildo sempre esteve ombro a ombro com Sérgio Fonseca, apoiando as ações que entendiam ser corretas para fortalecer a Polícia Militar e combater a criminalidade no estado.

Sérgio Fonseca foi para a sua luta, acreditando que pode continuar ajudando ainda mais o Estado da Paraíba, as polícias e toda a segurança pública. Mas a verdade é que a segurança da Paraíba não ficou órfã.

Hoje, o coronel Ronildo segue à frente da Polícia Militar dando continuidade ao trabalho operacional, às ações estratégicas e ao enfrentamento firme contra a criminalidade.

Também é impossível não reconhecer o trabalho do coronel Timóteo, que esteve à frente da Região Metropolitana por mais de um ano, conduzindo operações importantes e cumprindo as diretrizes da política de segurança pública implantada no estado.

Mas ninguém faz nada sozinho.

Há ainda o apoio fundamental do governador João Azevêdo, que garantiu investimentos, estrutura, logística, viaturas, equipamentos e condições para que as forças de segurança desempenhassem seu papel.

Também merece reconhecimento o secretário de Segurança Pública e Defesa Social da Paraíba, Jean Nunes, que além de comandar a pasta no estado, também preside o Fórum Nacional dos Secretários de Segurança Pública do Brasil, demonstrando o respeito e a credibilidade conquistados nacionalmente.

E se a Polícia Militar tem sido firme nas ruas, a Polícia Civil da Paraíba também merece todos os aplausos pelo trabalho competente, técnico e extremamente corajoso que vem desempenhando.

Na pessoa do delegado-geral André Rabelo, da delegada adjunta Cassandra Duarte, do delegado Cristiano Santana e de tantos outros homens e mulheres da Polícia Civil, o estado vem acumulando resultados importantes em investigações, operações e prisões.

Inclusive com equipes saindo da Paraíba para buscar criminosos escondidos em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e outras regiões do país, recambiando esses criminosos de volta para responder perante a Justiça.

E aqui faço questão de abrir um reconhecimento especial ao delegado André Rabelo.

Desde os tempos do Sertão da Paraíba, quando enfrentou de frente o chamado “mata-mata” entre famílias, trabalho que ganhou repercussão nacional e foi destaque até no Fantástico, André Rabelo já demonstrava coragem, inteligência e firmeza no combate ao crime.

E esse legado continua até hoje.

Sob sua liderança, junto com toda a equipe da Polícia Civil, a Paraíba vem enfrentando facções criminosas, combatendo explosões de bancos, ataques a carros-fortes, arrombamentos de caixas eletrônicos e diversas organizações criminosas que tentavam agir no estado.

Tudo isso mostra uma verdade simples: segurança pública se faz com união, estratégia, investimento e homens e mulheres comprometidos.

Os números divulgados agora apenas confirmam aquilo que quem acompanha a segurança pública de perto já sabe há muito tempo.

Quando as forças trabalham integradas, quando existe comando, apoio e coragem para enfrentar a criminalidade, os resultados aparecem.

E que assim continue.

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