Durante o programa CPAD Notícias, Emerson Medeiros criticou quem utiliza pautas da segurança pública para criar pânico e confundir a população.
O clima esquentou na manhã desta sexta-feira durante o programa CPAD Notícias, da Rádio CPAD FM 96,1. Sem rodeios e fiel ao seu estilo, o repórter policial Emerson Medeiros, o Caveira da Notícia, fez um pronunciamento contundente sobre a atuação de pessoas que se apresentam como repórteres, mas que, segundo ele, acabam utilizando a segurança pública como instrumento para espalhar medo e desinformação.
Ao lado do pastor Eduardo Silva, Caveira afirmou que o jornalismo tem compromisso com a verdade e com a sociedade, e não com a criação de narrativas alarmistas que apenas aumentam a sensação de insegurança da população.
Durante sua fala, o comunicador destacou que milhares de homens e mulheres das forças de segurança saem diariamente de suas casas para proteger a sociedade, enfrentando riscos reais, e que esse trabalho precisa ser tratado com responsabilidade por quem atua na comunicação.
Para Emerson Medeiros, a crítica faz parte da democracia e do exercício da imprensa, mas deve ser baseada em fatos concretos, jamais em especulações ou informações apresentadas de forma distorcida para gerar audiência.
A declaração repercutiu entre ouvintes e internautas que acompanham o CPAD Notícias, programa que diariamente leva aos paraibanos informações sobre segurança pública, cidadania e prestação de serviço.
O vídeo completo da fala já circula nas redes sociais e tem provocado debates sobre o verdadeiro papel da imprensa e a responsabilidade de quem leva informação ao público.
COMENTÁRIO DO CAVEIRA
Microfone não é brinquedo. Informação não é arma para espalhar medo. Jornalismo não é concurso de quem grita mais alto.
O povo está cansado de sensacionalismo, de manchetes fabricadas para assustar e de narrativas que ignoram os fatos. Quem trabalha sério sabe que a notícia deve servir para esclarecer, orientar e informar.
As instituições de segurança pública não estão acima de críticas, nem devem estar. Quando erram, precisam ser cobradas. Mas quando acertam, quando arriscam a própria vida para proteger a população e apresentam resultados, também merecem reconhecimento.
A Paraíba precisa de informação responsável, não de terrorismo midiático. O cidadão merece a verdade, inteira, sem maquiagem e sem exageros. E é esse compromisso que deve separar o jornalista sério de quem apenas busca holofotes.
Quem informa com responsabilidade conquista credibilidade. Quem vive de espalhar medo acaba sendo desmentido pelos próprios fatos.





