Na noite deste domingo (23), uma guarnição da Força Tática do 7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM) realizava patrulhamento tático no distrito de Lerolândia, em Santa Rita, quando se deparou com dois indivíduos em atitude suspeita.
Durante a abordagem, os policiais constataram que os suspeitos haviam dispensado uma certa quantidade de drogas. Após diligências nas proximidades, a equipe localizou uma arma de fogo e mais entorpecentes.
Ao todo, foram apreendidos:
- 01 revólver calibre .38;
- 13 munições calibre .38;
- 05 munições calibre .40;
- 20 munições calibre 9mm;
- 01 munição calibre .380;
- 95 porções de substância semelhante a crack;
- 31 porções de substância semelhante a cocaína;
- 87 porções de substância semelhante a maconha;
- 01 porção maior de substância semelhante a maconha;
- 01 balança de precisão;
- R$ 32 em espécie;
- 01 aparelho celular Motorola, de cor azul.
Diante dos fatos, os envolvidos e todo o material apreendido foram conduzidos à 6ª Delegacia Distrital, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E MARKETING INSTITUCIONAL DO 7º BPM
COMENTÁRIO DA REDAÇÃO — CAVEIRÃO DA NOTÍCIA
Os policiais do 7º Batalhão são profissionais preparados e têm realizado um excelente trabalho no combate à criminalidade. Esta redação reconhece, parabeniza e respeita cada policial que está diariamente nas ruas enfrentando o crime.
Mas vamos abrir um parêntese — e este parêntese precisa ser levado a sério.
Motos com escapamentos adulterados também precisam ser combatidas.
Não sou eu quem está dizendo. Existe legislação sobre o assunto, e as reclamações da população são constantes. O que não consigo entender é por que, em determinadas situações, motocicletas passam fazendo um barulho ensurdecedor praticamente na frente dos policiais e nenhuma providência é tomada.
É por falta de conhecimento da legislação? É falta de efetivo? É orientação do comando? Ou será que alguns simplesmente acham bonito aquele barulho?
Não sei. Mas alguma coisa precisa ser feita.
E aqui, comandante, faço novamente uma cobrança direta ao senhor, especialmente porque é o próprio comando que nos encaminha matérias sobre as ações do 7º BPM. Então, comandante, receba também esta cobrança e pegue nos peitos essa situação.
Não dá para aceitar que pessoas tenham o sono interrompido diariamente por motocicletas com escapamentos adulterados. Há famílias que precisam de tranquilidade, além de pessoas que possuem maior sensibilidade a ruídos, sem falar nos transtornos provocados a idosos, crianças e animais.
O combate à criminalidade precisa acontecer em todas as frentes.
Se o problema for efetivo reduzido, peçam mais policiais ao Governo do Estado. O governador é o chefe maior do Poder Executivo estadual e tem responsabilidade direta pelas condições de funcionamento da segurança pública. É preciso cobrar estrutura, efetivo e integração entre os órgãos responsáveis pela fiscalização.
Polícia Militar, Polícia Civil e demais órgãos de segurança e fiscalização precisam trabalhar conjuntamente para enfrentar também esse problema.
E não adianta mandar uma matéria sobre apreensão de arma ou droga para tentar responder à cobrança. Prender quem porta arma e quem trafica drogas é obrigação da Polícia Militar e merece, sim, nosso reconhecimento. É para isso que os policiais estão nas ruas e é exatamente isso que esperamos deles.
Por isso, parabéns aos policiais do 7º BPM pela ocorrência, minha continência, meu respeito e meu reconhecimento.
Mas a cobrança permanece: o crime precisa ser combatido de todos os lados.
Arma ilegal é crime. Tráfico é crime. E, quando houver infração relacionada a escapamentos adulterados, também cabe aos órgãos competentes agir.
Não queremos perseguição. Queremos fiscalização, cumprimento da lei e respeito ao cidadão.
Ora, pois!



