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“O BEM NÃO PODE VENCER O MAL”: EMERSON MEDEIROS COBRA UNIÃO DA SOCIEDADE E APOIO ÀS FORÇAS DE SEGURANÇA

Durante participação no CPAD Notícias, o Caveirão da Notícia parabenizou o trabalho do 1º BPM e defendeu que a população não se intimide diante das facções criminosas

JOÃO PESSOA (PB) — “O bem não pode vencer o mal.” Foi com essa mensagem que o repórter policial e comentarista político da Rádio CPAD FM 96,1, Emerson Medeiros, o Caveirão da Notícia, participou nesta segunda-feira do programa CPAD Notícias. Em viagem, o jornalista participou por telefone e voltou a destacar a importância da atuação firme das forças de segurança diante dos avanços da criminalidade.

Durante sua participação, Emerson Medeiros parabenizou homens e mulheres do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM), que tem como comandante imediato o tenente-coronel Bruno, pelo trabalho desenvolvido na região.

O jornalista relatou ainda uma situação ocorrida na noite anterior, no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa, onde um apagão temporário provocou preocupação entre moradores. Diante do histórico recente de conflitos envolvendo grupos criminosos naquela área, Emerson afirmou que chegou a suspeitar que pudesse estar ocorrendo uma tentativa de ação de facção para ocupar ou demonstrar domínio territorial.

De imediato, segundo o relato do repórter, ele entrou em contato com o tenente-coronel Bruno, que determinou o deslocamento de várias viaturas para a região.

Para Emerson, a rápida resposta demonstra a importância de a Polícia Militar estar presente e de a população manter canais de comunicação abertos com as forças de segurança.

“O cidadão de bem não pode ter medo de facção”

Em sua fala, o Caveirão da Notícia foi enfático ao defender que cidadãos de bem não podem se sentir acuados por organizações criminosas.

Segundo o jornalista, crianças, jovens, idosos e trabalhadores não podem permitir que o medo passe a determinar a rotina das comunidades.

A orientação de Emerson foi direta: diante de qualquer movimentação suspeita, a população deve procurar as autoridades.

O caminho pode ser o 190, o contato com um comandante conhecido ou qualquer canal oficial disponível junto às forças de segurança.

Para o repórter, informação é uma das principais ferramentas no enfrentamento ao crime, e a população não deve permanecer em silêncio diante de situações que possam colocar a comunidade em risco.

Goiás e Tocantins como referências citadas pelo jornalista

Durante o comentário, Emerson Medeiros também citou experiências de outros estados como exemplos de respostas das forças de segurança ao avanço de organizações criminosas.

Ele mencionou Goiás e Tocantins, destacando a atuação das forças de segurança desses locais no enfrentamento à criminalidade organizada.

Ao falar do Tocantins, o jornalista recordou a Operação Canguçu, realizada em 2023 para combater criminosos envolvidos na ação conhecida como “Novo Cangaço”, após a tentativa de assalto ocorrida em Confresa, no Mato Grosso.

Emerson também relembrou sua passagem recente por Palmas, onde esteve com a família, e afirmou ter observado uma forte presença das forças de segurança na capital tocantinense.

Na lembrança do jornalista, esteve também o trabalho desenvolvido pelo coronel Francinaldo Bo, além de outros policiais que participaram daquela resposta operacional. Emerson citou ainda o então tenente-coronel Sueli, hoje coronel, e a atuação de profissionais especializados no enfrentamento a organizações criminosas.

O repórter destacou ainda a participação da policial conhecida como a “primeira mulher caçadora do Brasil”, ressaltando o trabalho desenvolvido por ela e sua atuação na formação e capacitação de profissionais de segurança.

“Criminosos são um grupo. A sociedade é muito maior”

Para Emerson Medeiros, a população precisa compreender que o enfrentamento à criminalidade não é responsabilidade exclusiva da Polícia Militar ou da Polícia Civil.

É também uma responsabilidade coletiva.

O jornalista defendeu que a sociedade permaneça próxima das forças de segurança, cobre resultados, denuncie situações suspeitas e não permita que criminosos ocupem espaços que pertencem à população.

“Criminosos são só um grupo. Nós, enquanto sociedade, enquanto população, somos muito maiores. Unidos somos mais fortes.”

A mensagem central do comentário foi justamente essa: o medo não pode ser maior do que a união entre sociedade e Estado.

Reconhecimento às forças de segurança da Região Metropolitana

Em sua participação no CPAD Notícias, Emerson também reconheceu o trabalho realizado pelos policiais militares e civis de toda a Região Metropolitana de João Pessoa.

O jornalista destacou que, apesar dos problemas ainda existentes e da necessidade permanente de aperfeiçoamento das políticas de segurança pública, policiais continuam diariamente nas ruas enfrentando situações de risco para proteger a população.

Para Emerson, é preciso reconhecer esse trabalho, mas também cobrar das autoridades condições para que as forças de segurança possam atuar.

“O inquilino do Palácio precisa dar condições para a polícia trabalhar”

Ao tratar da responsabilidade do poder público, Emerson Medeiros fez uma cobrança direta ao Governo do Estado.

Referindo-se ao governador como “o inquilino do Palácio”, o jornalista afirmou que cabe ao chefe do Executivo garantir condições, respaldo institucional e liberdade operacional para que os policiais exerçam suas funções dentro da lei.

Na avaliação apresentada durante o programa, a Polícia deve ter condições para fazer aquilo que, segundo Emerson, sabe fazer de melhor: proteger a sociedade e combater a criminalidade, sempre dentro dos limites legais e sob os mecanismos de controle previstos no Estado de Direito.

O jornalista também citou o papel de fiscalização e acompanhamento do Ministério Público.

“Forte é o Estado”

Ao concluir sua participação, Emerson Medeiros reforçou que não se pode aceitar como normal que moradores tenham medo de sair de casa, que jovens sejam intimidados ou que famílias percam seus entes queridos para a violência provocada por organizações criminosas.

O jornalista classificou as facções como um grave problema de segurança pública, mas defendeu que ainda existe espaço para reação, organização e fortalecimento das instituições.

A mensagem deixada no CPAD Notícias foi de união entre sociedade e forças de segurança:

“Todos contra o mal e apoiando as nossas forças de segurança.”

Para Emerson Medeiros, o caminho passa por uma população participativa, por forças policiais valorizadas e preparadas, por autoridades dando condições de trabalho e por instituições atuando dentro da lei.

“Forte é o Estado. Forte tem que ser a segurança pública. E forte tem que ser o povo, que é o grande pilar de toda essa engrenagem.”

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