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OPERAÇÃO FICHA CORRIDA: Polícia Civil prende quatro investigados com grande histórico de crimes patrimoniais em Campina Grande

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande (DRF-CG), com apoio da Unintelpol, deflagrou, nessa sexta-feira (19), a Operação Ficha Corrida, que resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão contra investigados com extenso histórico de envolvimento em crimes patrimoniais praticados em Campina Grande e municípios da região.

As diligências realizadas pelas equipes policiais localizaram os alvos da operação em diferentes bairros da cidade. Entre os presos está um homem de 36 anos, localizado no bairro Três Irmãs. O investigado possui condenações por crimes de roubo e envolvimento em uma organização criminosa especializada em assaltos conhecidos como “saidinha de banco”, responsável por ataques registrados em Campina Grande no ano de 2016. O grupo acompanhava vítimas após saques em instituições bancárias e realizava a subtração dos valores mediante ameaça e uso de arma de fogo. Ele também possui condenação por roubo de aparelho celular e responde por outros crimes patrimoniais.

Outro preso foi um indivíduo de 37 anos, localizado no bairro Jardim Continental. O investigado cumpre pena por roubo praticado contra uma farmácia no Centro de Campina Grande, em 2020. Na ocasião, ele rendeu o funcionário do estabelecimento, simulando estar armado, e subtraiu dinheiro e produtos do local, sendo localizado posteriormente com parte dos objetos roubados.

A terceira prisão foi de uma mulher de 39 anos, no bairro José Pinheiro. A investigada possui histórico de furtos qualificados praticados em estabelecimentos comerciais. Entre os registros estão ocorrências envolvendo subtração de produtos em lojas e supermercados, demonstrando reiteração na prática de crimes contra o patrimônio.

Também foi presa outra suspeita de 30 anos, localizada no bairro Serrotão. A investigada cumpria pena por roubo e teve a prisão determinada após descumprimento das condições estabelecidas pela Justiça durante a execução penal. Conforme os registros judiciais, a condenação está relacionada a crime patrimonial praticado no Estado do Rio Grande do Norte.

O nome da operação faz referência ao histórico criminal dos investigados, que possuem registros de reincidência e envolvimento recorrente em delitos contra o patrimônio.

Polícia Civil da Paraíba
Delegacia-Geral
Assessoria de Comunicação
18.06.2026
Investigar e Proteger
@pcparaiba

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